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domingo, 12 de julho de 2015

MAMMILLARIA HUMBOLDITII


Esta é uma das Mammillarias mais bonitas, com espinhos brancos bem delicados, e flores rosa pink cintilante.



Sinônimos : Ebnerella humboldtii,Escobariopsis humboldtii e Chilita humboldtii.



Cultivo: É uma espécie de crescimento relativamente rápido . Deve-se irrigar regularmente no verão, mas é necessário ter cuidado com o excesso de água (pois é propensa a podridão). Manter seco no inverno.



Use um substrato com boa drenagem. 


Forma aglomerados lindos, facilmente e tem floração abundante. 


Planta da nossa coleção.


(fotos de Ernesto Lins)


sábado, 11 de julho de 2015

sexta-feira, 10 de julho de 2015

CASINHAS DE PASSARINHO



As casinhas de passarinho embelezam o jardim,  atraem pássaros  , dando proteção do vento,  chuva e  frio.



Existem inúmeros modelos para venda. E tem outros que podemos fazer em casa mesmo.

Fica tão fofo!!



Eu adoro!!


Aqui em casa temos algumas.


E vocês, gostam também??





quinta-feira, 9 de julho de 2015

CONTRASTE ENTRE ESPINHOS E FLORES

CONTRASTE ENTRE ESPINHOS E FLORES

Mammillaria 'un pico'
(foto de Ernesto Lins)




"A vida requer cuidado. Os amores também. Flores e espinhos são belezas que se dão juntas. Não queira uma só, elas não sabem viver sozinhas... Quem quiser levar a rosa para sua vida, terá de saber que com elas vão inúmeros espinhos. Não se preocupe a beleza da rosa vale o incômodo dos espinhos... "(Padre Fábio de Melo)

Flor tripla de Rosa do Deserto (Adenium)

Flor tripla de Rosa do Deserto (Adenium)





MAMMILLARIA HEYDERI

Mammillaria heyderi 




Descrição: É uma cacto solitário, de crescimento lento. É bem resistente a temperaturas frias.


Flores: Tem cerca de 2 cm de comprimento, chegando até 2,0-3,0 cm de largura, creme a rosado por dentro. 



Fruto: Vermelho, com aproximadamente 3 cm de comprimento.



Sementes: vermelho-acastanhado. 

domingo, 5 de julho de 2015

DORSTENIA FOETIDA

Dorstenia foetida






Dorstenia foetida é uma planta do gênero Dorstenia ,

 nativa da Arábia e Etiópia.


 Planta de pequeno porte,que forma caudex.


Pode crescer até os 30 centímetros de altura. 


Tem folhas são verde-claro .

SULCOREBUTIA LANGERI

Linda colônia de Sulcorebutia langeri.






MAMMILLARIA GISELAE

MAMMILLARIA GISELAE

(Syn. Mammillaria schiedeana ssp. Giselae)

Família : Cactaceae 


Habitat: Cresce entre pedras, em solos férteis ricos em material orgânico escuro produzido pela decomposição de matéria vegetal.

A planta tem o corpo coberto por espinhos delicados.

É uma espécie de crescimento lento , mas de fácil trato. 

Água regularmente no verão, sem excesso. Substrato com boa drenagem.

Precisa de bastante luz para florescer.

Produz flores de tom rosa claro, muito delicadas.


Reprodução: por sementes , ou por cortes de mudas laterais.


Difícil de encontrar em cultivo no Brasil.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

FESTIVAL DE FLORES NO HAMPTON COURT PALACE

FESTIVAL DE FLORES NO HAMPTON COURT PALACE

Uma exposição e venda de vários gêneros e espécies de cactos, lindos e encantadores, dando um show nas florações.

INCRÍVEL!!!

(fotos de Renata L. Martins )



















BEM VINDO JULHO!!!


quinta-feira, 18 de junho de 2015

ORBEA VARIEGATA

   
 Essa suculenta tem flores em forma de estrela. São amarelas, salpicadas de pintinhas marrom-avermelhadas, medem até 7 cm de diâmetro e surgem do verão até o outono.


     Planta rústica, de fácil cultivo. Tem corpo carnoso, de coloração verde claro. As hastes apresentam até 20 cm de comprimento, e são compostas por 4 faces. No encontro das faces, formam-se  quinas, dotadas de protuberâncias similares a espinhos, porém maleáveis e não agressivas. Com o tempo as hastes ficam pendentes, e formam delicada cascata quando a planta é cultivada em vasos pendentes.




     Os frutos se formam após a florada, e tem formato de vagem.




    A Orbea variegada pode ser cultivada em todo Brasil, sob sol pleno ou meia sombra. Necessita de solo arenoso, rico em matéria orgânica. Deve-se regar somente quando o solo estiver seco.

Referência bibliográfica: Revista Natureza( ano   28, ed. 319, pág. 70, texto de Murilo Soares).